Eu conheço minha escola foi um projeto desenvolvido com os alunos surdos da Escola Professor Claudiomir Campestrini tendo como objetivo sinalizar os ambientes da escola para que o aluno surdo se localize dentro do ambiente escolar.
AEE2013joselia
terça-feira, 24 de outubro de 2017
segunda-feira, 30 de junho de 2014
AEE - "MODELO ÚNICO"
“Atendimento Educacional Especializado – Modelo único”
Uma das inovações trazidas pela Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) é o Atendimento Educacional Especializado - AEE, um serviço da educação especial que "[...] identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas" (SEESP/MEC, 2008).
Portanto o professor do AEE deverá identificar as potencialidades e habilidades do aluno e a partir dessas características, traçar o seu plano de atendimento. Diante das evidências podemos perceber a importância do Estudo de Caso para o desenvolvimento do trabalho do professor. Ou seja, ele precisa conhecer o aluno para suprir a suas necessidades e desenvolver suas habilidades e, com esse estudo o professor do AEE irá estudar o seu aluno minuciosamente e conhecê-lo bem. Visto que o professor já conhece seu aluno suas necessidades e habilidades o plano deve ser elaborado com o objetivo de igualar condições, romper barreiras e possibilitar a participação efetiva e plena na sociedade. Depois de toda esta pesquisa o professor do AEE tem preparo para contribuir para a aprendizagem e desenvolvimento do aluno atendido na SRM, e propor ações e parcerias com o professor de sala de aula e outros profissionais. O plano bem elaborado acompanhado, periodicamente para a averiguação dos resultados alcançados, e adequações necessárias, certamente contribuirá para a aprendizagem e desenvolvimento do aluno. Pois ninguém é igual a ninguém dessa forma deveremos valorizar em primeiro lugar o aluno como ser humano, suas habilidades e suas potencialidades e partir de então tomar como base estas qualidades para tentar desenvolver sua autonomia frente as barreiras encontradas na sociedade. No Atendimento Educacional Especializado não deve ter um modelo a seguir, o próprio modelo deverá ser o aluno que iremos tomar como base para desenvolver suas potencialidades. Diante disso o Plano de Atendimento Educacional Especializado deverá ser único – mesmo que tenham a mesma deficiência - pois antes da deficiência somos seres únicos com suas individualidades, potencialidades e dificuldades.
“O modelo dos modelos”
Italo Calvino
Houve na vida do
senhor Palomar uma época em que sua regra era esta: primeiro, construir um
modelo na mente, o mais perfeito, lógico, geométrico possível; segundo,
verificar se tal modelo se adapta aos casos práticos observáveis na
experiência; terceiro, proceder às correções necessárias para que modelo e
realidade coincidam. [..] Mas se por um instante ele deixava de fixar a
harmoniosa figura geométrica desenhada no céu dos modelos ideais, saltava a
seus olhos uma paisagem humana em que a monstruosidade e os desastres não eram
de todo desaparecidos e as linhas do desenho surgiam deformadas e retorcidas.
[...] A regra do senhor Palomar foi aos poucos se modificando: agora já
desejava uma grande variedade de modelos, se possível transformáveis uns nos
outros segundo um procedimento combinatório, para encontrar aquele que se
adaptasse melhor a uma realidade que por sua vez fosse feita de tantas
realidades distintas, no tempo e no espaço. [...] Analisando assim as coisas, o
modelo dos modelos almejado por Palomar deverá servir para obter modelos
transparentes, diáfanos, sutis como teias de aranha; talvez até mesmo para
dissolver os modelos, ou até mesmo para dissolver-se a si próprio.
Neste ponto só
restava a Palomar apagar da mente os modelos e os modelos de modelos.
Completado também esse passo, eis que ele se depara face a face com a realidade
mal padronizável e não homogeneizável, formulando os seus “sins”, os seus
“nãos”, os seus “mas”. Para fazer isto, melhor é que a mente permaneça
desembaraçada, mobiliada apenas com a memória de fragmentos de experiências e
de princípios subentendidos e não demonstráveis. Não é uma linha de conduta da
qual possa extrair satisfações especiais, mas é a única que lhe parece
praticável.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Linguagem e Rotina Diária
Esta atividade poderá ser utilizada para o
desenvolvimento das habilidades dos alunos com TEA: Autismo; Asperger;
Transtorno desintegrativo da infância e o Transtorno invasivo do
desenvolvimento sem outra especificação. É recomendada para qualquer idade e
poderá ser utilizada em qualquer ambiente escolar ou até mesmo em casa.


Cartões confeccionados com papel cartão e figuras
representando atividades da vida diária. As figuras poderão ser escolhidas com
o auxílio do aluno. Esta atividade irá ampliar a comunicação do aluno com TEA.
Lembrando que a atividades por si só não garante o desenvolvimento. É
necessário que a mesma seja utilizada com a mediação em interação do aluno com
seus pares.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Surdocegueira e Deficiência Múltipla
SURDOCEGUEIRA E DEFICIENCIA MÚLTIPLA
“O termo deficiência
múltipla tem sido utilizado, com frequência, para caracterizar o conjunto de
duas ou mais deficiências associadas, de ordem física, sensorial, mental,
emocional ou de comportamento social. No entanto, não é o somatório dessas
alterações que caracterizam a múltipla deficiência, mas sim o nível de
desenvolvimento, as possibilidades funcionais, de comunicação, interação social
e de aprendizagem que determinam as necessidades educacionais dessas pessoas.”
(MEC – 2006)
“Considera-se uma criança com deficiência múltipla sensorial
aquela que apresenta deficiência visual ou auditiva, associada a outras
condições de comportamento e comprometimentos, sejam elas na área física,
intelectual ou emocional, e dificuldades de aprendizagem.” (MEC/SEESP/2006).
Segundo Orelove e Sobsey (2000) as pessoas com deficiência
múltipla são indivíduos com comprometimentos acentuados no domínio cognitivo,
associados a comprometimentos no domínio motorou no domínio sensorial (visão ou
audição) e que requerem apoio permanente, podendo ainda necessitar de cuidados
de saúde específicos.
A deficiência múltipla é uma condição que resulta de uma etiologia
congênita ou adquirida. Esses mesmos autores referem ainda que não se trata da
somatória de deficiências. Segundo Nielsen, é difícil para uma pessoa lidar com
uma deficiência se seus recursos são insuficientes por outra deficiência. E que
devemos pensar, no caso de uma pessoa cega com déficit intelectual, que é uma
pessoa deficiente cuja cegueira esta multiplicada pelo déficit de inteligência.
A autora diz ainda que quanto maior for o numero de deficiências, maior o risco
da pessoa não conseguir fazer uso de todas as habilidades que possui e, assim
sendo, a associação de diferentes problemas resultará em necessidades
educacionais únicas.
É importante esclarecermos que as pessoas com surdocegueira não
são classificadas como múltiplas, pois quando elas têm oportunidades interagem
com o meio e com as pessoas adequadamente.
Denomina-se
surdocego àquele que possui dificuldades visuais e auditivas, independentemente
da sua quantidade. “Uma pessoa que tenha deficiências visuais e auditivas de um
grau de tal importância, que esta dupla perda sensorial cause problemas de
aprendizagem, de conduta e afete suas possibilidades de trabalho, é denominada
surdocega”. OLSON, Stig, Surdocegueira. Apresentação na “A surdez: um mundo
de encontro”, Santa Fé de Bogotá, 1995.
A
surdocegueira é uma deficiência única e especial que requer métodos de comunicação
especiais, para viver com as funções da vida cotidiana. (BEST Tony
Information Guide, definições de surdocegueira usadas em outros países.
Documento sem editar).
A
comunicação entre os seres humanos é um processo interpessoal por meio do qual
se estabelecem vínculos com os outros; esta relação é estabelecida de
diferentes maneiras e, segundo as possibilidades comunicativas de cada um, pode
acontecer com movimentos do corpo, utilizando objetos do ambiente ou
desenvolvendo um código linguístico.
O uso
de objetos reais é uma possibilidade que consiste em interpretar uma atividade,
ação ou situação por meio de um objeto, que adquire um valor simbólico. Por
meio do uso dos objetos, a criança pode compreender e expressar as intenções
comunicativas.
Em
outras palavras, a comunicação é um ato intersubjetivo que acontece entre duas
ou mais pessoas, onde há uma troca entre significados e sentidos. (Habermas,
Jurgen.1991).
O que
foi mencionado anteriormente permite estabelecer a via pela qual se concebe a
comunicação e o caráter flexível que possui com relação às possibilidades que
cada sujeito demonstra.
A
comunicação não só acontece no âmbito verbal, mas transcende o não verbal, como
modalidade discursiva que tem um conteúdo expressivo e compreensivo, apto para
ser incluso dentro do fenômeno comunicativo humano.
Nas
crianças com surdocegueira e com deficiência múltipla, a COMUNCIAÇÃO é o
aspecto mais importante e, por isto, deve-se focar nele toda a atenção na
implementação do programa educacional/terapêutico, já que é o ponto de partida
para chegar a qualquer aprendizagem.
Analisando as necessidades de uma pessoa com surdocegueira e com deficiência
múltipla e as consequências que a falta de comunicação pode trazer a abordagem
educacional deve ter estratégias planejadas de forma sistemática, num modelode
colaboração na qual a comunicação seja a prioridade central.
É necessário organizar o mundo da pessoa por meio do
estabelecimento de rotinas claras e uma comunicação adequada. É preciso
desenvolver atividades de maneira multissensorial para garantir aproveitamento
de todos os sentidos e que sejam atividades que proporcionem uma aprendizagem
significativa com oportunidades de generalizar para outros ambientes e pessoas
(atividade funcional).
A pessoa com surdocegueira e com deficiência múltipla necessita de
um ambiente reativo, isto é, que responda a suas iniciativas. Seu tempo de
resposta deve ser respeitado e a habilidades de fazer escolhas deve estar
dentro de suas atividades programadas.
A habilidade de se comunicar se desenvolve assim que a criança
adquire a compreensão de objetos e do ambiente social e os meios para controlar
e afetá-los. Quando aspectos do ambiente podem ser representados e referidos
ambos mentalmente e por ações e se adquire conhecimento de símbolos para uso
interno para pensamento e uso externo para comunicar pensamentos aos outros.
Comunicação é um aspecto cognitivo e em reflexo do desenvolvimento
cognitivo revelado durante interações sociais.
Esta abordagem educacional nada mais é do que o trabalho em equipe.
Segundo Nunes (1999) no trabalho com a pessoa com surdocegueira e com deficiência múltipla é fundamental a colaboração da
família bem como dos profissionais de outros serviços no qual todas as pessoas
partilhem dos mesmos objetivos. A intervenção se torna mais rica e a
responsabilidade é partilhada por todos, assim a família não se sente isolada
nem tampouco atribui sucessos e fracassos inteiramente a escola.
Todos devem trabalhar visando à máxima independência possível da
pessoa ensinando a ter autonomia para levar uma vida digna. Independência
possível no sentido de considerar as dificuldades motoras e cognitivas da
pessoa.
REFERÊNCIAS
BOSCO, Ismênia Carolina
Mota Gomes. A Educação Especial Na
Perspectiva da Inclusão Escolar: Surdocegueira e Deficiência Multipla /
Ismênia Carolina Mota Gomes Bosco, Sandra Regina Stanziani Higino Mesquita,
Shirley Rodrigues Maia. – Brasília : Ministério da Educação, Secretaria da
Educação Especial; [Fortaleza] : Universidade Federal do Ceará, 2010. V.5
(Coleção A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar).
MAIA, Shirley Rodrigues.
Aspectos Importantes para saber sobre
Surdocegueira e Deficiência Multipla. São Paulo, 2011.
SERPA, Ximena.Título original: Comunicación para Persona Sordociegas.: Instituto Nacional para
Cegos - Bogotá – Colômbia - Ano 2002.PublicaçãoTítulo em Português -
Comunicação para Pessoa com surdocegueira.Tradução: Miriam Xavier de Oliveira
(2004).Revisão: Shirley Rodrigues Maia (2005).
.
domingo, 9 de março de 2014
Educação Escolar de Pessoa com Surdez
A
Educação Escolar da Pessoa com Surdez
A Política Nacional de Educação Especial
na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) vem ao encontro do propósito de
mudanças no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais para
promover a participação e aprendizagem dos alunos com surdez na escola comum.
Muitos desafios precisam ser enfrentados e as propostas educacionais revistas,
conduzindo a uma tomada de posição que resulte em novas práticas de ensino e
aprendizagem consistentes e produtivas para a educação de pessoas com surdez,
nas escolas públicas e particulares.
Pensar e construir uma prática
pedagógica que assuma a abordagem bilíngüe e se volte para o desenvolvimento
das potencialidades das pessoas com surdez na escola é fazer com que esta
instituição esteja preparada para compreender cada pessoa em suas
potencialidades, singularidades e diferenças e em seus contextos de vida.
Na abordagem bilíngüe, a Libras e a
Língua Portuguesa, em suas variantes de uso padrão, quando ensinadas no âmbito
escolar, são deslocadas de seus lugares especificamente lingüísticos e deve ser
tomada em seus componentes histórico-cultural, textual e pragmático, além de
seus aspectos formais, envolvendo a fonologia, morfologia, sintaxe, léxico e
semântica. Para que isso ocorra, não se discute o bilingüismo com olhar
fronteiriço ou territorialidade, pois a pessoa com surdez não é estrangeira em
seu próprio país, embora possa ser usuária da Libras, um sistema lingüístico
com características e status próprios.
Diante do exposto, a proposta de
educação bilíngüe pauta a organização da prática pedagógica na escola comum, na
sala de aula comum e no AEE. O AEE PS envolve três momentos
didático-pedagógicos:
* Atendimento Educacional Especializado
em Libras;
* Atendimento Educacional Especializado
de Libras;
*Atendimento Educacional Especializado
de Língua Portuguesa.
O AEE em seus três momentos visa oferece
a esses alunos a oportunidade de demonstrarem se beneficiar de ambientes
inclusivos de aprendizagem.
Atendimento
Educacional Especializado em Libras
O AEE em Libras fornece a base
conceitual dos conteúdos curriculares desenvolvidos na sala de aula. Esse
atendimento contribui para que o aluno com surdez participe das aulas,
compreendendo o que é tratado pelo professor e interagindo com seus colegas. A
proposta pedagógica deve possibilitar a ampliação da relação dos alunos com o
conhecimento, levando-os a formular suas ideias, a partir do questionamento de
pontos de vista e da liberdade de expressão. Para que os construam conhecimentos,
as aulas devem ser planejadas pelos professores das diferentes áreas.
Atendimento
Educacional Especializado de Libras
Na organização do AEE de Libras, o
professor de Libras deve planejar o ensino dessa língua a partir dos diversos
aspectos que envolvem sua aprendizagem, como: referencias visuais, anotação em
língua portuguesa, datilologia (alfabeto manual), parâmetros primários e
secundários, classificadores e sinais. Para atuar no ensino de Libras, o
professor do AEE precisa ter conhecimento, estrutura e fluência na Libras,
desenvolver os conceitos em Libras de forma vivencial e elaborar recursos
didáticos.
Atendimento
Educacional Especializado de Língua Portuguesa
A proposta didático-pedagógica para se
ensinar português escrito para os alunos com surdez orienta-se pela concepção
bilíngüe - Libras e Português escrito, como línguas de instrução destes alunos.
A escola constitui o lócus da aprendizagem formal da língua Portuguesa na
modalidade escrita, em seus vários níveis de desenvolvimento. Na educação
bilíngüe os alunos e professores utilizam as duas línguas em diversas situações
do cotidiano e das práticas discursivas.
BIBLIOGRAFIA
Coletânea
UFC-MEC/2010: A Educação Especial na
Perspectiva da Inclusão Escolar. Fascículo 05: Educação Escolar de Pessoas com
Surdez – Atendimento Educacional Especializado em Construção.
DAMÁZIO,
Mirlene F. M. Atendimento Educacional
Especializado: Pessoa com surdez. Curitiba: CROMOS, 2007. p. 25-52.
KOZLOWSKI,
Lorena. A proposta bilíngüe de educação
do surdo. Revista Espaço. Rio de Janeiro: INES. nº 10, p. 47-53,
julho-dezembro,1998.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Audiodescrição
A audiodescriçãoé um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais (peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles, espetáculos de dança), turísticos (passeios, visitas), esportivos (jogos, lutas, competições), acadêmicos (palestras, seminários, congressos, aulas, feiras de ciências, experimentos científicos, histórias) e outros, por meio de informação sonora. É a arte de transformar aquilo que é visto no que é ouvido, ou seja, transforma o visual em verbal, abrindo possibilidades de acesso à cultura e à informação, contribuindo para a inclusão social, cultural e escolar.
Desta forma, as pessoas com Deficiência Visual poderão frequentar sessões de cinema, ir ao teatro e a outros espetáculos, visitar museus, exposições e mostras, atividades que, geralmente, não fazem parte do cotidiano destas pessoas; em primeiro lugar porque são artes que exploram os recursos visuais tanto na cenografia como na caracterização dos personagens e da época. Em segundo, porque a sociedade, em geral, impede o acesso das pessoas com deficiência a determinados espaços.Na sala de aula o próprio professor poderá descrever o ambiente, livros, visita à biblioteca para o aluno.
Ainda é pequeno o número de ações que visam possibilitar o acesso das pessoas com deficiência a todas as atividades da vida diária, incluindo aqui as atividades sociais e culturais.
Este filme pode ser trabalhado com todas as crianças de toda faixa etária e interdisciplinar. Pois sabemos que crianças de todas as idade gostam da turma da Mônica.Vale a pena assistir
https://www.youtube.com/results?search_query=turma+da+monica+audiodescri%C3%A7%C3%A3&sm=12
https://www.youtube.com/results?search_query=turma+da+monica+audiodescri%C3%A7%C3%A3&sm=12
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Recursos que facilitam a aprendizagem de alunos com DI
Dados pedagógicos confeccionados com caixinhas de leite e encapado com feltro. O modelo eu encontrei na internet, com eles é possível trabalhar: coordenação motora, concentração, números, quantidades, cores e uma infinidade de atividades que torna o nosso aluno com DI mais independente na escola e no dia-a-dia.
Esse recursos é feito com potinhos de iogurte e uma caixa de sapato os potinhos foram encaixados na caixa. Com esse material é e algumas tampinhas de garrafa pet (nesse caso foi trabalhado com o material dourado) é possível trabalhar: cores, quantidades, sequencia numérica, separar os materiais que são iguais ou diferentes (com a mesma cor, textura ou inicia com mesma letra , vai depender do objetivo do professor)
Confecciona com cartelas de ovos e com ele pode-se trabalhar concentração, cores, quantidade, etc.
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